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sábado, 11 de abril de 2026

NOVO ARCO DE EXERCÍCIOS- PARTE 17. ( FUI ATÉ A LUA?).



     Estes exercícios diários que estou realizando , demandam ,antes de tudo, paciência. Estão influenciando o meu sonhar, em níveis bem distintos...  De sexta-feira para este sábado , permaneci realizando as tarefas corriqueiras de um dia a dia , aparentemente normal, no entanto, fiz essas coisas, em uma base- Laboratório na Lua! Interagi com alguns cientistas, mulheres e homens, bastante jovens. Conversamos muito, participei de experiências com a atmosfera lunar ( ou falta dela), estive em um transporte, um tipo de jipe- lunar, do tamanho de uma kombi antiga.

     Vi um plantio de árvores frutíferas,  e quando perguntei,  como pretendiam colocá- las fora do ambiente controlado do laboratório, num lugar, onde as temperaturas variam de " congelante", para " escaldante", ocorreu algo que muito me frustrou: a cientista que estava dando a explicação , começou a falar de um jeito que eu não podia compreender... Foi como, se eu pudesse " enxergar" essa astronauta envolta em uma bolha, levemente leitosa, onde as palavras,  obviamente,  ditas em português- brasileiro, se aceleraram e

e fundiram- se com cores vibrantes e parte das folhas das árvores que estavam, naquela espécie de estufa! Essa astronauta ,pareceu não perceber minha confusão,  e prosseguiu animada na explicação,  de vez em quando, eu me aproximava da árvore,  que era um tipo de macieira( com folhagem que lembrava uma oliveira, porém com folhas mais " macias" e delicadas) e as tocava, e aí, ouvia parte da explicação,  de como, eles haviam descoberto, certas peculiaridades da atmosfera lunar, que 

iriam permitir o plantio! E logo na sequência , aquela estranha( palavra inadequada) velocidade e amálgama de cores e palavras, mais a " bolha leitosa"  que tornava a conversa inviável, para este que isto escreveu... Realmente muito frustrante! Podia ver e tocar tudo, as percepções táteis, " normais" dentro do aqui descrito, mas, o idioma, era aflitivamente ininteligível! E achei frustrante ao máximo, pois fui levado até o pomar, que estava exposto ao ambiente lunar, e as macieiras, apesar de aparentarem uma leve desidratação 

segundo a astronauta que me servia de cicerone, estavam vivas, e segundo ela , um dos problemas, é que naquelas condições atmosféricas, dificilmente aconteceria a floração , e  o aparecimento de brotos e consequentemente a formação de frutos...
Não consegui " ouvir" as explicações que pedi à respeito da falta de oxigênio e dos gases que necessitamos para viver, ou seja, mais ou menos 78% de nitrogênio,  21% de oxigênio  e 1% de argônio.

Oxigênio fornecendo vida aos seres humanos e animais, o gás carbônico auxiliando na fotossíntese das plantas, e o gás nitrogênio, um elemento químico de grande importância para a vida, utilizado na produção de aminoácidos,  ácidos nucleicos e proteínas. 
Mas, a "conversa" voltou ao normal, ou seja, voltei à ouvir e compreender as palavras, e fui convidado à sair do transporte, sem apoio algum para a respiração,  sem capacete, sem cilindro de ar... Assim o fiz, e fiquei do lado de fora , não mais do que 30 segundos, segurando o fôlego !

     Voltei apressado ao veículo,  sob o olhar divertido daquela  astronauta e demais outros cientistas, todos muito jovens, como já mencionei. Não senti, danos por conta da temperatura, e deveria, pois a média , por lá varia durante o dia no equador 100°C e 127°C , a noite, a temperatura  cai para menos 153°C a menos 173° C. Em crateras polares permanentemente sombreadas o frio pode chegar até menos 247°C ! Mas, não senti esse calor " derretendo a minha pele"... 

O que vou comentar à seguir, não está relacionado ao assunto "Lua", mas, foi o que se apresentou, para reflexão: os relatos do profeta Enoque , quando os lemos, percebemos o grande esforço do autor, tentando descrever, todas aquelas coisas indescritíveis que ele estava vivenciando ( naves, foguetes, batalhas galáticas e por aí vai) ,dá para sentir o cérebro do mesmo " rangendo" com o esforço, e devo dar a mão á palmatória,  pois, mesmo não conhecendo nada daquela tecnologia portentosa, o Enoque 

se saiu muito bem.
Ouço uma voz sarcástica à comentar: " Não foi o seu caso, rsrs..."
Está certo, está certo... Concordo.
Seja lá como for, me foi sugerido,  mais que isso, mostrado, que existem lugares na Lua, onde a atmosfera responde de outro jeito...
     O que foi tudo isso? Não percebi a experiência como mais uma ida ao plano astral, e um plano astral, não-umbralino, pois estava ausente de

medo, de uma situação de angústia,  ou de " clima de filme de terror", também não me pareceu, um caso de " salto de consciência " e já escrevi sobre isso, aqui mesmo, entre estes mais de 750 textos, inclusive um envolvendo o submarino TITAN e sua tripulação,  que me trouxe grande ressaca psíquica! 
E longe está de ter sido, algum tipo de abdução... No entanto, como exercício realizado para entrar em contato com a consciência daquele que

em vida, foi conhecido como APOLÔNIO DE TIANA  , disso, eu passei bem longe!
     É como eu já escrevi, um exercício de paciência ! Paciência com o visível,  paciência com o invisível e acima de tudo paciência com as pessoas ao meu redor e paciência comigo mesmo...
OBSERVAÇÃO:
     Acho bastante difícil escrever estes relatos, pois sei, a saraivada de palavras duras que eles produzem. Principalmente neste distópico 2026, onde a cognição humana, a empatia, o discernimento,  foram " desligados" por todo tipo de manipulação,  mas, que seja! Aprendi a aceitar o meu destino.

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