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segunda-feira, 19 de julho de 2021

EU VI COM MEUS OLHOS....

      Eu vi com meus olhos... A ferocidade nos olhos dos guerreiros Xavantes, vi os projeteis dos Gurkas, quicando nas frias pedras das Malvinas... Mergulhei com os golfinhos e senti na pele, no tórax, suas vozes de alta frequência, seus "risos de quiquiqui"... Vi o Sol nascendo em Montanhas que nem saberia repetir o nome e vi esse mesmo Sol se pondo no deserto , envolto por montanhas possessivas que levaram minha alma para sempre.

Vi a onça jaguatirica com fome e caçadora e vi o caititu feroz de afiadas presas, migração mortal, flutuante de mil ferrões à serviço da Abelha Alfa, senti o  relâmpago rastejante, chamado cascavel, injetar toxina suficiente para matar... E olhei nos olhos duros de raças vindas de longínquas e muito recuadas estrelas. Passei uma tarde construindo uma escada com o carpinteiro mais famoso do mundo, mas que não era do mundo. Sorri com amigos vindos de Ganímedes e por isso, serei eternamente chamado de mentiroso, fazer o que? Não dá para remar contra a maré, não conseguiu nem o Cara de Nazaré.

Assisti de pertinho o parto da baleia, do porquinho, da girafa, todos nascem fumegantes, como pãezinhos saídos do forno... E, é claro, as crianças, elas também fumegantes e de cara "amassada", e esses foram os melhores partos, sem dúvida!

Mas, nenhuma destas experiências se compara com a alegria de conversar, de compartilhar uma caneca de café com meus iguais, prosaicos seres humanos, minha família humana! 

Aí,aí, aí... Sei que por esta frase vou levar um bocado de pedradas, pessoas agindo como pessoas, o verdadeiro sal da terra...


Dedico esta ousadia, um dia aprendo a escrever e a dançar tão bem quanto Giovanna Pelarin ... Você é demais!

sábado, 17 de julho de 2021

CÂNTICO PARA OS DEUSES ASTRONAUTAS.

 Na fria manhã chuvosa deste sábado, por volta das seis horas, um conjunto de vozes rústicas e melodiosas executavam um coro: " Para chuva agora... Depois seca a roupa. Para chuva agora, depois seca a roupa". Assim que uma voz terminava a frase, outra recomeçava, circular, cheia de sentimento... Como xamãs, de uma manhã antediluviana à fazer rituais para estranhos deuses astronautas.

No ontem desse distante amanhecer, ou no agora, é pouco provável que esses seres atendam à qualquer pedido. Os extraterrestres, possuem incrível capacidade tecnológica, mas, são incapazes de demonstrar sentimentos humanos. É bem provável, que o interesse deles em nós humanos, seja apenas para, usando de técnicas sofisticadas e medicina que para nós, é milagrosa, possam dar um jeito de inserir nossa capacidade emocional, nosso humor, nossa arte, as virtudes e valores humanos, que estão em nosso DNA e através de algum tipo de hibridização, essas qualidades passem para eles...

  

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Diversidade de raças na galáxia.

 DIVERSIDADE DE RAÇAS NA GALÁXIA.


Nos idos de 2010 à 2013, labutávamos, Marcos Trinca e este que isto escreve, em um grupo contatista e  realizávamos saídas à campo, onde supostamente tínhamos encontros programados com raças extraterrestres de outros cantões da Via Láctea. Em uma dessas reuniões, fomos para um lugar chamado  Espaço Aráucaria , localizado em, Serra da Mantiqueira, a 1.400 metros de altitude e a 16 km de Campos do Jordão, com chalés rústicos, mas adequados a nossa prática. Com cachoeiras, muito espaço, matas e locais para os trabalhos diurnos e noturnos dos ditos grupos de aprendizado, onde como regra geral, todos aprendem ensinando e ensinam aprendendo.

Muito antes de qualquer grupo contatista, sair à campo, primeiramente, nas reuniões semanais do grupo, os componentes, geralmente oito ou nove pessoas, mais do que isso, torna os espaços das reuniões inviáveis, abrem comunicação telepática com os extraterrestres( isso pode ser bem polêmico e passível de ululantes críticas!) vamos fingir que você paciente leitor, aceite de cara, essa premissa.

Pois bem, nestas comunicações telepáticas, verdadeiras ou supostas, os membros do grupo, recebem uma série de sugestões, incluindo exercícios `a serem realizados coletivamente e individualmente. Uma destas sugestões é o local onde alguma rota extraterrestre forçosamente vai passar, e então, como medida de economia de recursos, o grupo vai até perto dessa rota ao invés dos extraterrestres deslocarem uma nave para a Avenida Paulista, por exemplo. Isso é possível, mas, é provável que seriam usados muitos recursos tecnologicos para evitar a detecção destes vimanas, por parte do resto das pessoas...

Mais ou menos, tendo esclarecido isso, vamos aos fatos ocorridos há oito ,dez anos...

Unimos mais de um grupo de trabalho, então estavam lá umas 17 pessoas... Como de praxe, passamos o dia realizando vários exercícios relacionados à convivência, alguns para calar o diálogo interno, o que faz coisas na mente virem à superfície ( estes exercícios, merecem um relato à parte!).

Por volta das 18 horas, abrimos uma sessão de comunicação telepática grupal e fomos anotando, comparando, raciocinando logicamente, o que se descortinava para aquela noite em termos de atividades e interações com estas raças extraterrestres.

Um dos exercícios propostos pelos extraterrestres, foi o de que nos reuníssemos em um dos chalés, provido de lareira, pois a temperatura estava por volta de 4 ou 5 graus ao ar livre. Assim fizemos e nos apinhamos no pequeno espaço do chalé....

Fechamos os olhos e fomos nos colocando na frequência vibracional necessária para que se criasse um egrégora propicio ao exercício proposto pelos extraterrestres.

Ouvi com os ouvidos da mente, que teríamos uma lição sobre o que é a diversidade de raças que existem na Via Lactea e que através de tecnologia "milagrosa" para nós, eles, os extraterrestres, projetariam em nossos corpos hologramas das várias raças que pululam por aí...

Realmente eu não estava preparado para o espetáculo que se seguiu: olhava para as minhas mãos, abismado com o que tinha acontecido com elas, estavam recobertas de cristais, formando uma estranha craca ou casca ou ainda, "pele". Eu olhava para meus amigos de grupos e ficava fascinado com aquela coleção de rostos craquelados ou cristalizados!  Na sequência, nos transformamos em seres, mais ou menos gordinhos, com penteado e costeletas, todos exatamente iguais. Perguntei o porque daquilo e me foi dito que, para evitar a doença do personalismo, aquela raça em particular era geneticamente idêntica, assim não possuíam "feios", "bonitos", "altos " , "baixos"...

Uma das raças, tinha uma pele muito escura, usava capuz e uma das pessoas mais experientes do grupo, ficou bastante assustada com a aparência que ela via nos rostos das pessoas que estavam naquela sala...

Foi uma experiência longa, que não terminou ali no chalé, depois disso, fomos instados a sair na fria noite e ver com nossos olhos físicos a estrelada noite sendo cortada por inúmeros ovnis, ou vimanas...

Uso o termo sânscrito VIMANA, de propósito... Mas me contento com objetos voadores não identificado.

Esse tipo de atividade está acontecendo entre os grupos desde 1974... Não sou dono da verdade, o que escrevi aqui é o relato do que aconteceu em uma destas saídas à campo. Amo a minha teoria, mas amo mais ainda a verdade. Todo esse processo é passível de questionamento, eu sou o primeiro a fazê-lo, lembrando que a nossa linha de trabalho, nada tem a ver com o uso de chás, álcool, cigarrinhos artísticos, alcaloides, cafeína, etc...tudo o que usamos são respirações e exercícios meditativos...

quarta-feira, 7 de julho de 2021

QUESTIONÁRIO PARA IDENTIFICAR O EGOÍSMO( Professora Lúcia Helena Galvão).

 Quando vou tomar uma decisão, penso apenas no que mais me beneficia, ou no que é mais justo para todos os envolvidos?

Quando sei que alguém que amo, tal como um de meus filhos, envolveu-se em um conflito, fico imediatamente do lado dele ou procuro saber quem teve razão e me posiciono a favor desta pessoa?

Quando passo por um local e vejo que houve um acidente, penso: "Ufa! Ainda bem que não envolveu ninguém conhecido!" ou sinto dor pela perda de uma vida, seja de quem for?

A notícia de um acidente com muitas mortes em qualquer lugar do mundo provoca em mim o mesmo pesar que a notícia de um acidente com muitos mortos em uma localidade próxima de minha casa?

Máximas como "Não faça do seu carro uma arma: a vítima pode ser você!" parecem corretas para mim? As coisas são menos importantes quando vitimam o outro?

Se alguém fala mal injustamente de uma pessoa, isso me magoa tanto quanto se falassem injustamente de mim?

Se uma oportunidade que seria dada a um filho meu acaba por ser dada a alguém que necessitava muito mais dela, isso me parece bom?

Se alguém comete um erro comigo, consola-me lembrar que já cometi erros iguais ou piores com outros? Ajuda-me perdoar?

Se uma lei gera, para mim, uma perda momentânea de dinheiro, mas gera ganhos para toda a comunidade onde eu vivo, eu apoio esta lei?

Se o aumento de salário da minha categoria profissional tiver de ser um pouco menor para viabilizar que haja aumento para outras categorias profissionais que também o merecem, eu o aceito bem?

Se o meu filho, ainda criança, está com outra criança e alguém passa e elogia apenas a outra criança por apenas ela ter feito algo certo, isso me provoca algum incômodo?

Se alguém prova que um ponto de vista meu está errado, fico grato por me aproximar da verdade ou humilhado por ter sido "derrotado" por alguém?

Sinto alguma irritação quando alguém ultrapassa meu carro nas ruas?

Sinto algum incômodo pela casa do vizinho, reformada, ter ficado muito mais bela do que a minha?

Se alguém faz uma reprimenda justa por um comportamento errado de um filho meu, eu o aceito bem?

Ao entrar em um lugar que possui assentos, corro para pegar o melhor ou observo se alguém necessita mais dele do que eu?

Se sou maltratado por alguém e as pessoas à minha volta não me defendem, isso me faz prestar mais atenção ao sofrimento do outro para, sempre que possível, defende-lo?

Quero o melhor para mim ou quero para mim aquilo que mereço, necessito e faço jus?

Se estou em uma corrida, quase ganhando e um corredor esforçado toma velocidade e empata comigo, isso me irrita? A vitória tem sempre que ser só minha?

A notícia de que alguém conquistou, com mérito, algo que eu também desejava muito conquistar, é capaz de me provocar alegria?

O fato de que alguém ganhe menos do que eu para fazer o mesmo trabalho que eu faço me incomoda de alguma forma?

Irrito-me por ter de esperar que o elevador chegue ao meu andar, ainda que sabendo que pessoas idosas estão entrando no mesmo, num andar acima?

Se faço algum trabalho, incomoda quando percebo que alguém, ao meu lado, faz o mesmo com mais qualidade?

Gostaria de ser o filho predileto ou filho de um pai e uma mãe justos, que ama igualmente a todos os seus filhos?

E se este Pai, acima citado, é Deus? Aceito bem que ele dê prioridade à necessidade de um irmão, ao invés de atender aos meus caprichos? 

Se uma pessoa, em um grupo, deve perder mais do que os outros, torço para que seja outro o prejudicado, ainda que eu tenha melhores condições para suportá-lo?

Peço a Deus que me dê o que peço ou que me dê o que mereço?

Se o meu sucesso ou prazer dependesse do sofrimento de alguém que não o merece, ainda assim me pareceria desejável?

Sou capaz de me alegrar pela dor de alguém, por muito que este tenha cometido erros graves e pareça merecer o castigo que vive?

sexta-feira, 2 de julho de 2021

ABDUÇÃO EM QUIXADÁ- CEARÁ.

Houve uma abdução em 1976. Um comerciante, o sr. Leonardo Barroso, conta que seu pai, sr. Barroso, vinha pela estrada ás quatro e meia da manhã, quando foi atingido por uma luz intensa vinda do céu. O calor foi tão intenso, que a pele do rosto do pai do sr. Leonardo Barroso ficou queimada. Quando ele voltou para casa, só teve tempo de contar para a família o que tinha acontecido. Depois disso, sua mente ficou confusa e ele nunca mais se recuperou. Ficou dezessete anos na cama. Informa o sr. Leonardo Barroso, que os psiquiatras disseram que a mente de seu pai havia sido apagada.

     Este sr. Leonardo Barroso, acha que os extraterrestres fizeram mal ao pai dele. Por conta da invalidez de seu pai teve que assumir os negócios da família.

Leonardo acredita que a luz que atingiu seu pai é a mesma que ele ainda hoje vê cruzando os céus de Quixadá ( Esse relato é de 2015, e foi dado à reportagem da Rede Globo).

Em Quixadá, existia nessa época um técnico em consertos de aparelhos eletrônicos, que afirmava ter contato com extraterrestres durante 35 anos.

Seu nome é Bob. Robson Alencar, os ets falaram para ele, que depois do planeta deles (dos ets), Quixadá é o lugar mais importante, pois possui um núcleo energético muito forte, um centro de um portal. E os ets têm interesses em minerar na cidade de Quixadá.

Também na cidade morava Giovane que alega ter viajado pelo espaço, dezenove vezes. E disse, que, ao mergulhar do alto do paredão do açude, tropeçou e bateu a cabeça, caindo na água. Debaixo da água, ele que estava se afogando, viu quatro seres azulados de 1 metro de altura que o abraçaram e o dirigiram para a superfície, o sr. Giovane falou que ficou mais de dez minutos submerso. Foi salvo por estes seres.

Ele alega ter sido várias vezes abduzido por estes seres...

As pessoas da cidade fazem vigília em um lugar chamado Santuário.

As pessoas vêem ovnis na Serra Azul.

Uma das testemunhas se chama, Emilio Carlos Alves Moreira, arquiteto. A família toda participa destes avistamentos.

Uma família de turistas filmou um  ovni e um perito descartou a filmagem como "ruído eletrônico".

QUIXADÁ: Município no Ceará. É a maior cidade do sertão central, com uma população estimada em 2019 de 87.728 habitantes. Possui paisagens bonitas, monólitos, açude do Cedro...


LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO ( L.A.I.).

LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO (L.A.I.)  

     Em 2012, quando a L.A.I. entrou em vigor, o poder público enfrentou uma grande corrida por informações sobre ovinis . 
Atualmente, há 137 documentos que possuem o termo "ovni" no Arquivo Nacional. Porém, caso seja feita uma busca utilizando o código de referência brdfanbsb arx, que trata sobre objetos voadores não identificados, encontramos 758 documentos.
     O primeiro pedido de acesso `a informação sobre ovni foi feito no dia seguinte ao início de vigência da L.A.I., em 17/05/2012.
Foi um pedido considerado genérico, que solicitava ao Ministério da Defesa os documentos referentes aos casos de ovnis ocorridos em solo brasileiro, e, " quaisquer outros correspondentes ao pedido". A resposta dada foi que os documentos já haviam sido transferidos ao Arquivo Nacional.
O documento mais antigo sobre ovnis no Arquivo Nacional data de 1952. Trata-se de aparição de ovnis na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O arquivo é composto por 9 imagens fotográficas, em que podemos visualizar fotos de um objeto em formato de prato com uma cúpula no meio.

domingo, 30 de maio de 2021

OPERAÇÃO PRATO- 1977.

     O ano era 1977 e inúmeras pessoas na região da cidade de Colares, no interior do Pará, afirmaram ter visto objetos luminosos no céu, que inclusive teriam deixado pessoas com queimaduras e outros problemas de saúde.

O fato foi nomeado de "Chupa-Chupa "por parte dos moradores do local, por acreditarem que tal objeto voador "chuparia" o sangue do ser humano.

     O fato ocorrido no Brasil ficou mundialmente conhecido após ter sido retratado em um episódio da série de documentários "UFO FILES" do History Channel.

     "Tivemos a oportunidade de filmar objetos pairantes, e deles saindo luzes pequenas. Mas voava numa velocidade, entrava na mata, tirava rasante, coisas fantásticas. A verdade é que eles brincavam conosco", contou Ubiratan Pinon Frias, piloto comercial que participou da operação, em entrevista ao programa "Linha Direta" em 2005.

A operação foi liderada pelo então capitão Uyrangê Bolivar de Hollanda Lima, que duas décadas depois deu uma longa entrevista a respeito dos fatos para a Revista UFO, relatando que as imagens gravadas durante a operação haviam sido " escondidas" pela Aeronáutica; poucos meses depois, porém, cometeu suicídio.

Existe uma outra versão:

OPERAÇÃO PRATO (1977)

     Ocorrida entre outubro e dezembro de 1977, a Operação Prato foi deflagrada pelo Primeiro Comando Aéreo Regional, órgão da Força Aérea Brasileira com sede  em Belém, Pará, a fim de investigar o surgimento e a movimentação de ovinis na região dos municípios de Vigia, Colares e Santo Antônio do Tauá. Após inúmeros relatos de pessoas sendo feridas por luzes que causavam queimaduras, a Operação da Aeronáutica comandada pelo capitão Uyrangê Hollanda se dirigiu ao local e teria feito fotos e vídeos dos eventos.

Apesar de ainda não ter tido todos os seus documentos revelados, o caso é um dos mais documentados do mundo e teve fatos divulgados de forma oficial pelas forças armadas e outros que chegaram ao grande público por meio de vazamentos. Nos documentos já acessíveis, é possível ler uma série de relatos sobre o avistamento dos ovinis tanto por parte dos militares quanto por parte de civis que prestaram depoimento às autoridades, com descrições precisas sobre movimentação, velocidade e contato com os tais feixes luminosos apelidados de "Chupa-Chupa".

     Segundo relato da médica Dra. Wellaide, então com 24 anos, que atendeu a vários pacientes no posto de saúde da cidade de Colares, seus pacientes apresentavam crise nervosa, cefaleia, astenia, amortecimento parcial do corpo ( paresia), tremores generalizados, tonturas e também queimaduras de primeiro grau e marcas de micro perfurações.

Ainda segundo o depoimento da médica, os homens apresentavam as marcas no pescoço, enquanto a única mulher supostamente vítima dos aliens trazia as marcas sobre o seio.

     Em novembro de 1977, a agência de Belém do então Serviço Nacional De Inteligência (SNI) enviou um documento à agência central, em Brasília, relatando sobre o caso. Eles informaram que tudo não passava de misticismo da população pobre da região, mas depois, os eventos se tornaram mais evidentes, chegando à montagem de um posto de vigia para fotografar a tal luz que feria as pessoas.

Houve vários registros da luz e de supostos ovinis, mas nunca houve consenso entre a equipe de que os objetos voadores não se tratavam apenas de corpos celestes.

Ainda com documentos classificados( ou seja, secretos) não divulgados pelos militares brasileiros, o caso permanece um mistério.

Ele ganhou tanto destaque que virou documentário no canal History Channel, no qual foi chamado de "Caso Roswell brasileiro" - referência a um dos casos mais famosos de ovinis do mundo, ocorrido na cidade de Roswell, Estados Unidos, em 1947.