Em 2011, recebi através de um exercício de comunicação telepática, a incumbência de me dirigir até o CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, e participar ativamente da instalação da artista plástica Mariko Mori, japonesa consagrada, tendo suas obras expostas por todos os grandes museus do mundo.
A exposição em questão chamava " ONENESS" e se parecia muito com aquilo que nos acostumamos à chamar de OVNI, portanto Objeto Voador Não Identificado.
Essa exposição, ONENESS , tinha como principal atração " WAVE UFO" que era uma espécie de nave espacial. Os visitantes eram conectados por eletrodos à obra, que lê e traduz suas ondas cerebrais em figuras, que são projetadas no casco da nave.
Pois bem, minha tarefa, que foi uma sugestão desses extraterrestres, era me conectar aos eletrodos, e através do inspirar,e do expirar lentamente o ar, influenciar os gráficos que eram projetados no interior da nave.
E para aprimorar mais ainda o exercício, este Velho Javali Espinhudo, teria que sustentar o contato telepático, no meio da exposição e sem chamar a atenção das pessoas...
Uma coisa que chamou a atenção, é que por mais ou menos duas horas, fiquei sozinho no interior da instalação/nave espacial! Foi como se tivessem suspendido o tempo...
Depois que terminei o exercício, apareceu uma excursão escolar, e o lugar foi tomado por crianças, monitores, professores...
Não foi a primeira vez, que recebi a sugestão de experimentar interações com tecnologia extraterrestre no meio da cidade, do concreto e do lufa- lufa das grandes aglomerações!
E, o que eu estou chamando de " tecnologia extraterrestre " , obviamente não era a instalação da talentosa Mariko Mori e sua " WAVE UFO" . A tecnologia que me refiro, é " invisível " e sendo direcionada pelos extraterrestres, explico: quando outras pessoas deitavam nos bancos do interior da nave, e se conectaram aos plugues, eletrodos, etc, as suas ondas cerebrais eram traduzidas em figuras psicodélicas, nas paredes internas...
No meu caso, além da ausência de pessoas, quando me pluguei e comecei a realizar os comandos telepáticos, as projeções transmutaram- se em movimentos suaves, sem cores, apenas um tom leitoso de branco.
Eu conseguia dirigir essas figuras para a direita e para a esquerda, essas estavam relacionadas com as minhas ondas cerebrais, as relacionadas com o meu batimento cardíaco, se mostravam como ondulações muito, muito suaves...
Então, acredito eu, com alguma ajuda dessa tecnologia forânea, me foi mostrado que podemos controlar nossas ondas cerebrais e a intensidade de nosso batimento cardíaco...
Sou o primeiro a concordar que existem mil outras explicações, que posso estar equivocado, etc, etc...
Mas, foi assim que vivenciei e percebi essa experiência!
Que esse relato traga reflexões instigantes!
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