Este é um tipo de relatório que achei por bem realizar, explicando o que ocorreu na saída à campo que realizei em FEVEREIRO DE 2012. No Parque Nacional de Itatia.
Este " relatório ", foi primeiramente publicado em 26 de fevereiro de 2012 . Então, aqui o transcrevo:
" Os resultados e comparações entre aquilo que recebi nas comunicações telepáticas e aquilo que ocorreu na prática de campo gerou 17 itens, que comento a seguir.
1 : Perceber a presença dos extraterrestres no auto- controle ( nota do autor: autocontrole é o nome dado, a um dos exercícios praticados no cerne da floresta, isolado das outras pessoas )e durante a prática.
Percebi os extraterrestres Oxalc e Onar, mas não acessei o terceiro nome, porém pressenti a presença de três extraterrestres.
2:
" intuir o local , abrir comunicação telepática e obter informações.
Este que isto escreve, intuiu a planície perto do muro de pedra, junto ao lago( uma remota construção do tempo de Getúlio Vargas). Neste local o extraterrestres Oxalc orientou- me a seguir para o auto-controle 1.
4: " Se as minhas ferramentas sensitivas estiverem corretas, o grupo todo sairá ganhando. Nesta prática de campo resolvi abraçar o seguinte mote ____ Saír e arriscar às explorações junto aos extraterrestres, caso este que isto escreve,cometa equívocos, esses equívocos serão de minha responsabilidade! Caso eu acerte, os acertos serão compartilhados com o grupo de trabalho ao qual pertenço.
A óbvia vantagem deste método é que o grupo de trabalho pode aprender analisando os meus equívocos, sem ter que passar vexame ou cometer amadorismos. Em caso de sucesso poderão mais facilmente progredir. E este que isto escreve, em ambos os casos estará servindo ao grupo de trabalho, ao processo coletivo e se pondo de acordo com os desejos dos extraterrestres.
5: " Permanecer focado no servir ao grupo de trabalho" . O item número 4 se aplica aqui e estou em paz com o resultado.
6:
" Os extraterrestres vão incluir- me em novas experiências de aprendizado, talvez com outras pessoas de outros grupos. Isto também ocorreu na ILHA DO FUTURO , que é um outro Laboratório de Vivência Humana, que dista poucos quilômetros do Brejo da Lapa, local que usamos para as saídas- à - campo.
Encontrei C.e K. que estavam hospedadas na ILHA DO FUTURO , as duas acompanharam este que isto escreve, até o auto-controle 1, isto no feriado de segunda-feira de Carnaval, onde recebi as comunicações telepáticas dos extraterrestres Onar e Oxalc Comunicações telepáticas estas, que ditaram as minhas diretrizes para conduzir os demais exercícios daquela saída á campo.
Conduzi então, um exercício meditativo onde nós três " subimos" por um tubo de energia luminosa, até uma sala virtual, onde nos encontramos com os extraterrestres.
O clima foi festivo, como reencontrar amigos queridos... As duas mulheres C. e K. estavam à 18 anos fora dos trabalhos dos antigos grupos RAMA , no entanto, perceberam que estavam entre mais de 10 seres e também identificaram os mesmos nomes que recebi na comunicação telepática que realizei...
7:
" Considerar esta estadia no , Parque Nacional de Itatiaia como uma estréia desse novo aprendizado( ser cauteloso, humilde e modesto. Abrir os olhos e ouvidos para aprender).
Assim foi feito. Integrei-me com as pessoas que lá estavam em retiro, observei, escutei e não julguei. E conforme o combinado com os extraterrestres fiquei atento a egrégora do ambiente. Percebi que no geral tudo era positivo.
8:
" Os extraterrestres estarão presentes dando apoio. O que eu fizer aqui em Itatiaia é para o aprimoramento de todos. Lembre-se disso. Novamente cabe aqui a resposta do item número 4".
9: " Trabalhar o amor. Isso foi feito por este que isto escreve, acolhendo todas as pessoas que estavam hospedadas na pousada. Mais C.,M.,C.,M. e K. e os extraterrestres que estavam ali e todos os extraterrestres da Confederação de Mundos da Galáxia. Visualizei individualmente cada humano do grupo."
10:
" Estar em Itatiaia com a ideia de servir à todos com respeito e amorosidade e trazer para os envolvidos o resultado das coisas que obtive. Não importa se elas demorarem um pouco para sentir o efeito.
Essas infusões e lições tem sempre efeito cumulativo e se isso pairar na MENTE COLETIVA do grupo o resultado será benéfico e positivo.
Esse item número 10 me leva a compreender um pouquinho mais o fato de que o processo RAMA não é imediatista, porque se assim o fosse já teríamos a maioria das nossas dúvidas esclarecidas, o que não é o caso. O processo não é lógico, da maneira previsível e determinável de lógica que comumente se manipula.
Por nossas concepções lógicas, haveria maneiras muito mais eficientes desses seres conseguirem o que eles objetivam. Como não as adotam, seguramente manipulam variáveis e conceitos que obedecem a critérios e ordenamentos que estão além da nossa compreensão ---- uma lógica distinta ---- Essas são palavras tiradas do baú de 1995 que ecoam agora e me dão um solo confiável que traz amadurecimento no trabalho atual ( trabalho sobre meu próprio ser).
11: " Intuir se outras pessoas deverão participar, lembrando que " intuição " não é aquilo que provêm do meu desejo. Não devo empurrar meus desejos. Devo respeitar a privacidade alheia.
Esperei que a K. e demais pessoas tomassem a iniciativa, este que isto escreve, sabia que lá na floresta a K. passaria por algum processo de desbloqueio e ajustamento.
Era óbvio o estado de confusão pelo qual ela estava passando. No fim o medo a afastou de ir até a mata e vivenciar as experiências.
12:
" Não haverá avistamentos ou contato físico. Os extratrerestres informaram que eu não seria mimado com shows aéreos. Novamente me lembrei das palavras saídas do " baú de 1995", ( Onde é necessário uma concentração muito específica neste tipo de experiência, além de não ser assim tão fácil enxergar objetos em meio a um céu estrelado com meteoros, satélites, aviões...
13: " Existe um trabalho a ser feito pela K. esse trabalho só ela poderá realizar, só depende dela, de sua disponibilidade, etc.
Bem, assim o fiz. O medo fez com que a K. nem mesmo subisse até o Brejo da Lapa, durante aquela noite.
E o mesmo ocorreu com todas as pessoas que estavam hospedadas, e que durante o dia todo estavam eufóricas com a ideia de " contatar ets"... Depois, com a escuridão, a ideia de extraterrestres no meio da floresta... foi uma debandada geral, rsrs...
No final apenas este que isto escreveu, seguiu adiante, dirigindo uma Montana usada... Subi sozinho, mas não solitário !
Entender a extensão do apoio que os extraterrestres estão dando"!
15:
" Existe trabalho que devo fazer na área da compreensão."
16:
" Refletir sobre o significado dessa ida ao Brejo da Lapa, abrir os olhos e ouvidos e tentar enxergar o que está adiante de meu nariz".
17:
" Um dos motivos de não haver fenomenologia no céu é para que este que isto escreve, aperceba- se de que não é fácil ver objetos movendo- se no céu de uma noite estrelada. Segundo porque essa saída à campo foi especial. Especial porque pela primeira vez, vim para o Brejo da Lapa, para uma experiência de contato com os extraterrestres, totalmente fora dos " protocolos "e sem estar acompanhando algum grupo de trabalho.
Os extraterrestres prestigiaram meu esforço físico, financeiro e disponibilidade e a iniciativa. Depois de todo esse tempo, descobri que é válido e desejável tomar iniciativas. Faz parte da função de liderar ou aprender a liderar e ser agente de transformação. Os extratrerestres nunca nos deixam, nunca nos abandonam, mesmo quando não nos deixam vê-los.
Essa saída à campo foi suave, acolhedora e foi mais um degrau nessa longa escadaria de aprendizado.
Os extraterrestres montaram toda a tecnologia e deram seu apoio baseados na relação que tem um vínculo sentimental-educacional-comunicativo cujo protocolo é disciplina, respeito e confiança. Mantive a disciplina, respeitando os horários das comunicações telepáticas e sugestões dos extraterrestres. E mesmo a alegria de estar com os amigos humanos .
Mesmo assim os extraterrestres deram um imenso apoio que agora refletindo melhor, me leva ao assombro! Foi tudo " redondinho"...
Tentei ler as mensagens recebidas buscando coincidências, orientações e tentando detectar qualquer tipo de mentalismo da minha parte. Que ninguém se engane , por mais depurados e harmônicos que estejamos e por mais livres e receptíveis que nossas telas mentais estejam, jamais conseguimos escapar da interferência em nossas mentes no processamento das informações recebidas.
Essa interferência sempre ocorre, e o desafio maior sempre foi encontrar meios e formas para identificar e minimizar os efeitos desta ingerência mental que borra a recepção daquela mensagem telepática recebida.
Vivenciei o auto-controle, até porque estava sozinho na floresta, da mesma forma que nos anos 1990, ou seja, objetivando forjar a capacidade de assumir e controlar o estado emocional, quando somos expostos a situações inusitadas, propiciando condições para que quando em situações adversas
que normalmente trazem consigo uma alteração de caráter anímico, a pessoa possa resistir bem ao abalo emocional e restabelecer- se o mais integral e rapidamente possível.
O exercício de auto- controle, de estar a sós numa floresta escura, como é o caso da Serra Da Mantiqueira é realizado para que possamos aprender a conviver com a escuridão, que traz seus temores inertes e com a natureza, conhecê-la e desfrutá-la.
Espero que este " relatório " que peca pela deselegância de uma gramática vacilante possa ser útil para os futuros pesquisadores da ufologia, e para todos aqueles que são confederados encarnados e ainda não se lembram desse fato.
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