Resgatando comunicações telepáticas com os extraterrestres Onarim e Oxalc, este último, como fui informado, comandava a nave, e tinha o cargo de Doutor Mental , ou seja, fez uma especialização para lidar com o tipo de frequência vibracional humana, tornou- se proficiente em lidar conosco, os humanos. " Doutor Mental", foi o mais próximo da língua portuguesa, que minha mente conseguiu chegar/ traduzir... se o nome não soa bem, a culpa é realmente toda minha!
Pedra da Cangalha, é o nome de um Bairro da cidade de Ayuruoca, Sul de Minas Gerais, onde se pretendia construir uma comunidade que " andasse com as próprias pernas", ou seja, produzisse alimento sem o uso de agrotóxico, construísse usando técnicas de permacultura, e que fosse um bom lugar, para se praticar a auto transformação interior, sem causar impacto ambiental e social no entorno...
Foi nesse cenário, em meio à simpatizantes desta ideia, que realizei os exercícios de comunicação telepática, isso aconteceu quarta-feira, 4 de Março de 2015, início às 21:23 e terminando ás 21:50 .
Sim filho, aqui Onarim e Oxalc.
Filho ,sua Mente estava confusa ali no sítio Jacu e foi por isso que não houve recepção de mensagens. Também você se acostumou a portar sempre consigo um caderno.
Filho, sua mente está dispersa, e isso realmente atrapalha a comunicação.
Vimos que gostaria de ter experimentado alguma forma de fenomenologia da nossa parte. Filho, guardamos isso para as saídas à campo. ( nota do autor: saída à campo, eram os encontros marcados oficialmente, onde extraterrestres e humanos participavam conjuntamente de interações) .
Filho você está cansado e perdendo a recepção.
Encerramos por aqui.
Onarim e Oxalc
( fim da comunicação telepática).
Nota do autor: Simon Kemon, foi um compositor alemão, ex- jogador profissional de basquete, liga alemã, que ficou uns tempos no laboratório de vivência humana, que eu tocava, lá em Minas Gerais... Algumas noites, íamos para o platô, no meio da montanha do sítio jacu, lugar incrível, cheio de jararacas, onças e caititus, e realizávamos tentativas de trabalhos junto aos extraterrestres, não uma saída à campo oficial, com os membros dos grupos de trabalho do Projeto. Apenas tentativas da minha parte.
Daí a razoável negativa dos extraterrestres em interagir conosco ali, naquele momento, pois, além de tudo, os extraterrestres possuíam uma mentalidade de logística, o que quero dizer com isso? Nas comunicações telepáticas , que eram recebidas por vários grupos, em casas distintas, em distintos horários e reuniões e que depois, fazíamos a checagem destas informações, e quando data e local " batiam"
Marcava- se uma saída à campo, geralmente no Parque Nacional de Itatiaia, num lugar conhecido como Brejo da Lapa...
Mas, o que acontecia também, era que os extraterrestres marcavam esses encontros na rota de suas transações, sejam elas comerciais, de vigilância, ou pesquisa.
Os extratrerestres não mudavam o curso para nos encontrar, eles nos colocavam no caminho de sua rota. Esses seres sabiam lidar com gestão de seus recursos energéticos.
Post Scriptum: Agora, desta distopia de 2026, vejo que a repetição da palavra " filho" isso," " filho aquilo", que repito à exaustão nas mensagens, azucrinam como mosquitos!
Mas , quis ser honesto, e transcrevi do jeito que está no caderno número 13 de comunicações telepáticas de 2014...
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