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domingo, 4 de janeiro de 2026

PEDRA DA CANGALHA- MINAS GERAIS.



     Resgatando comunicações telepáticas com os extraterrestres Onarim e Oxalc, este último, como fui informado, comandava a nave, e tinha o cargo de Doutor Mental , ou seja, fez uma especialização para lidar com o tipo de frequência vibracional humana, tornou- se proficiente em lidar conosco, os humanos. " Doutor Mental", foi o mais próximo da língua portuguesa,  que minha mente conseguiu chegar/ traduzir... se o nome não soa bem, a culpa é realmente toda minha!

     Pedra da Cangalha, é o nome de um Bairro da cidade de Ayuruoca,  Sul de Minas Gerais, onde se pretendia construir uma comunidade que " andasse com as próprias pernas", ou seja, produzisse alimento sem o uso de agrotóxico, construísse usando técnicas de permacultura, e que fosse um bom lugar, para se praticar a auto transformação interior,  sem causar impacto ambiental e social no entorno...

Foi nesse cenário,  em meio à simpatizantes desta ideia, que realizei os exercícios de comunicação telepática,  isso aconteceu quarta-feira, 4 de Março de 2015, início às 21:23 e terminando ás 21:50 .
     Sim filho, aqui Onarim e Oxalc.
     Filho ,sua Mente estava confusa ali no sítio Jacu e foi por isso que não houve recepção de mensagens.  Também você se acostumou a portar sempre consigo um caderno. 

Filho e querido amigo, você é uma pessoa  de hábitos, diríamos até, de hábitos arraigados.
     Filho, sua mente está dispersa, e isso realmente atrapalha a comunicação. 
     Vimos que gostaria de ter experimentado alguma forma de fenomenologia da nossa parte. Filho, guardamos isso para as saídas à campo. ( nota do autor: saída à campo, eram os encontros marcados oficialmente, onde extraterrestres e humanos participavam conjuntamente de interações) .

      E você e teu irmão Simon, sentados no sítio Jacu,  não configuram uma prática de campo.
     Filho você está cansado e perdendo a recepção. 
     Encerramos por aqui.
Onarim e Oxalc
( fim da comunicação telepática).

Nota do autor: Simon Kemon, foi um compositor alemão,  ex- jogador profissional de basquete, liga alemã, que ficou uns tempos no laboratório de vivência humana,  que eu tocava, lá em Minas Gerais... Algumas noites, íamos para o platô, no meio da montanha do sítio jacu, lugar incrível, cheio de jararacas, onças e caititus, e realizávamos tentativas de trabalhos junto aos extraterrestres,  não uma saída à campo oficial, com os membros dos grupos de trabalho do Projeto. Apenas tentativas da minha parte.

Daí a razoável negativa dos extraterrestres em interagir conosco ali, naquele momento, pois, além de tudo, os extraterrestres possuíam uma mentalidade de logística,  o que quero dizer com isso? Nas comunicações telepáticas , que eram recebidas por vários grupos, em casas distintas, em distintos horários e reuniões e que depois, fazíamos a checagem destas informações,  e quando data e local " batiam" 

Marcava- se uma saída à campo,  geralmente no Parque Nacional de Itatiaia,  num lugar conhecido como Brejo da Lapa...
Mas, o que acontecia também,  era que os extraterrestres marcavam esses encontros na rota de suas transações,  sejam elas comerciais, de vigilância, ou pesquisa. 

Os extratrerestres não mudavam o curso para nos encontrar, eles nos colocavam no caminho de sua rota. Esses seres sabiam lidar com gestão de seus recursos energéticos. 
     Post Scriptum: Agora, desta distopia de 2026, vejo que a repetição da palavra " filho" isso," " filho aquilo", que repito à exaustão nas mensagens,  azucrinam como mosquitos!
Mas , quis ser honesto, e transcrevi do jeito que está no caderno número 13 de comunicações telepáticas de 2014...


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