( Comunicação telepática à respeito da reunião do grupo de trabalho que vai ocorrer hoje):
Sim filho, aqui Oxalc. É bom vê-lo envolvido novamente com um grupo de trabalho Rama.
Filho, para a reunião de hoje basta que você se comporte e vigie a própria frequência vibracional.
Você já percebeu que os Bayer têm um ritmo muito próprio e particular e cabe à você respeitar esse ritmo.
(Nota do autor: A família Bayer, composta de um pai, uma mãe, um filho e uma filha, eram os proprietários da Pedra do Gavião, uma casa simpatizante da AGENDA AQUARIANA , e este que isto escreveu, foi chamado para ajudar nas reuniões, nos exercícios meditativos e de comunicação telepática).
Filho, você pode e deve aprender com o método deles. Não tem importância se as pessoas se dispersarem, ou acenderem um " palheiro", como eles chamam o cigarro de palha. Filho, você acha que essas coisas incomodariam Jesus? É certo que o Mestre daria um jeito de contornar tudo com amorosidade e até tirar inteligentemente partido das ações. Pois então, querido amigo, é assim que nós os guias da Confederação agiremos também. Filho,
não se preocupe com a cúpula que paira sobre a Pedra do Gavião, estas reuniões iniciais são mais para o seu aprendizado. De novo te alertamos para que você olhe e perceba por onde vai a sua frequência vibracional. Filho não temos mais nenhuma sugestão para que você melhore o bom andamento da reunião. Aqui você está em terreno conhecido. Mas, lembre- se de que " terreno conhecido", significa que você deve vigiar o modo de pensamento do ego, o seu ego pode causar desconforto para você e para os outros.
Filho querido, desfrute da reunião, bagunçada ou não, nós estaremos monitorando às ações de todos vocês.
Até mais tarde.
O X A L C .
( fim da comunicação telepática).
Publicar estes textos aqui no Inteligente Blog SONHADORIA PAULISTA DE TUDO, me obriga a " viajar" novamente para 2015, reviver todas aquelas conversas, usando a energia do baço. Apenas isso, já é uma tarefa e tanto!
Em 2015, apareceram várias vertentes de grupos de contatados, ou procurando pelo contato, independente de julgamentos, se eram autênticos ou não, atendi à todos os chamados, com exceção da turma da ayuasca, e do " cigarrinho SANTA MARIA "
Não por censura, nem por puritanismo da minha parte, acreditava naquela época que um adulto, podia dispor de sua consciência do jeito que desejasse. Minha recusa era mais por ativismo existencial, era mais por amor à filosofia, coisa que o impuberismo psíquico dos místicos devocionais jamais permitiu!
Fora isso, me desloquei pelo país todo, em viagens bem desconfortáveis, mas fiel ao mote: colocar o coletivo acima do individual.
Foi desafio, foi aprendizado... Com meus irmãos da Pedra do Gavião, foi a mesma coisa, dediquei- me com disciplina e amorosidade, tentando ser, o que na época eu chamava de " Homem- Rama"...
Caminhava oito quilômetros por dentro de uma mata, cheia de jararacas, para chegar até a reunião, com ou sem chuva, nunca dei bolo!
E... logicamente tinha de voltar esses oito quilômetros para voltar para a base provisória e preparar um rancho bem frugal... Estava em excelente forma física, me deslocava à noite na mata, sem lanterna,
Não vou mentir... Sinto saudades daqueles tempos. Carregava moirões montanha acima, os trabalhadores locais conseguiam carregar seis moirões! Era incrível! Este que isto escreveu, entendeu o próprio funcionamento corporal e carregava apenas dois moirões de cada vez, porém realizava duas mil subidas e descidas, em uma trilha, no mato alto e cheio de víboras! Batia " o ponto" das 8:00 às 19:00 todos os dias, com exceção de um único dia da semana, que era o dia das reuniões na Pedra do Gavião...
Permaneci seis meses, sem encontrar ninguém, sem conversas, sem televisão, sem rádio, apenas meditando e realizando trabalho braçal! Até que caiu a ficha de que eu não estava " estudando para ser monge"!
Aliás, nunca tive estatura moral para ser monge, para o bem ou para o mal.
Minhas companhias foram seres intangíveis, extraterrestres, O Jesus da Igreja... E muitos embates estranhos com seres que vivem nas matas,divididos em indiferentes e outros totalmente hostis à minha presença!
Eu contarei essas coisas, qualquer dia desses
Não é o meu assunto predileto, mas fez parte da experiência, vivenciar uma onda tão grande de energia hostil, ameaçadora, que realmente me queria fora daquele platô!
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